Você não pode entender os conflitos no Oriente Médio sem a Bíblia - Notícias - Instituto Jetro

carregando...

Você não pode entender os conflitos no Oriente Médio sem a Bíblia


Publicado em 18.10.2017

O conflito entre Palestina e Israel é "religioso, espiritual e moral", de acordo com David Parsons, vice-presidente da Embaixada Cristã Internacional de Jerusalém (ICEJ, na sigla em inglês).

"Se você ignorar isso, então você estará ignorando o cerne do problema", disse Parsons, se dirigindo a um grupo de jornalistas cristãos durante um painel de discussão em Jerusalém.

Parsons afirmou que a imprensa não compreende que as questões religiosas impulsionam as pessoas que vivem no Oriente Médio. "A maioria dos repórteres ignoram isso completamente", disse ele.

O autor Matti Friedman concordou e disse que a situação em Israel é mais complexa do que o resto do mundo. "A história de Israel não é uma história de política ou de violência - é uma história de moralidade", disse ele.

Especialistas da mídia como Parsons buscam cumprir o mandato bíblico de relatar a verdade sobre Israel, com base no versículo de 1 Crônicas 12:33 sobre os filhos de Issacar, "entendidos na ciência dos tempos para saberem o que Israel devia fazer".

Chris Mitchell, chefe do escritório da Christian Broadcasting Network em Jerusalém, acredita que para os cristãos orarem por Israel, eles precisam saber a verdade. "Nosso papel é fazer com que uma região complexa e complicada seja compreensível. Nosso público quer orar e saber como orar", afirma.

Falando ao site Breaking Israel News, Mitchell conta que a imprensa cristã olha para o conflito palestino-israelense a partir de uma visão de mundo diferente do que a mídia secular. "Não se pode compreender a situação a menos que você entenda a Bíblia e o Alcorão. A Bíblia informa a situação e deve informar sua cobertura [de notícias]", disse ele.

Fonte: CPAD News, 18/ 10/ 2017

O conteúdo das notícias é de responsabilidade de seus respectivos autores e veículo de comunicação, não refletindo necessariamente a opinião do Instituto Jetro.