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Segue-me nas finanças


Publicado em 28.03.2017
Guardaste o bom vinho até agora (João 2.10) ...
E ainda recolheram doze cestos cheios de pedaços de pão e de peixe (Marcos 6.43) ...
Abrindo-lhe a boca, acharás uma moeda de prata (Mateus 17.27) ...
Já não podiam puxar a rede, tão grande era a quantidade de peixes (João 21.6)

Jesus dedicou muito de seu ministério ao ensino sobre finanças e dinheiro. Quatro episódios especialmente chamam a atenção, pois apresentam a mesma cadência: a transformação de água em vinho (João 2.1-10), a alimentação da multidão (Marcos 6.34-44), a pescaria maravilhosa (João 21.1-14) e o pagamento de tributos do templo (Mateus 17.24-27). Vejamos o que há em comum nessas lindas histórias de Jesus.

Começa assim: identifique a necessidade. Maria comentou com Jesus que o vinho do casamento tinha acabado. A multidão estava faminta, quando os discípulos trouxeram a situação ao Mestre. Os pescadores estavam cansados da noite de trabalho e reconheceram ao Senhor que nada tinham pescado. Pedro buscou Jesus quando, sem recursos, foi cobrado dos impostos. Reconheceram necessidades e não vaidades.

Em seguida, Jesus indica: veja o que você tem em mãos. Quer seja água, pães e peixes, barco e rede, ou simplesmente a habilidade de pescar, Jesus mostrou que seu trabalho inicia com nossas possibilidades, capacidades, recursos. Curioso, não? Ao invés de fazer um passe mágico, ele nos envolve em sua ação a partir do que está disponível. A provisão é precedida pela capacidade de ver o que já temos. Olharam para o que tinham e não para o que faltava.

Na sequência, descubra orientações específicas de Jesus. Em Caná da Galileia, ordenou que enchessem de água as talhas. No campo, disse aos discípulos que organizassem a multidão sentada em grupos. Junto ao mar de Tiberíades, orientou que lançassem a rede à direita do barco. Em Cafarnaum, mandou Pedro lançar o anzol no mar. O ponto principal aqui está em desenvolver intimidade e discernir a voz do Mestre. Não há fórmula ou receita. Há relacionamento. Ouviram o que Jesus orientava e não seus medos e temores.

Orientações simples, diretas, que pareciam até sem sentido, mas que precediam o próximo e definitivo passo: mova-se em obediência. Os serventes não perguntaram: "Mas para que serve água?" Nem os discípulos questionaram: "Mas, por que organizar o povo se não há pão?" Os pescadores não duvidaram: "Mas, Jesus, do lado direito de novo?" Muito menos Pedro ficou desconfiado: "Moeda dentro do peixe?" Obedeceram à risca sem ficar questionando.

Por fim, assista o milagre acontecer. A água virou vinho, a multidão foi alimentada, as redes se encheram de peixes, e o primeiro peixe pescado tinha a moeda de prata na boca. O milagre foi muito além: o vinho novo era melhor, sobraram doze cestos cheios, pescaram 153 grandes peixes, além do próprio Jesus cozinhando sobre as brasas. Maravilhoso, não? Faltou algum? Ora, pagar o que se deve de tributo já é uma grande coisa, não é verdade?

Pois bem, outras tantas histórias de Jesus refletem a mesma cadência para nos ensinar, na essência, que toda a nossa provisão vem do Senhor. Somente ele supre nossas necessidades, dá generosamente, dá mais propósito e relevância ao que fazemos e reflete ao mundo sua glória e poder. Vamos seguir suas pegadas.

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Título do artigo: Segue-me nas finanças
Autor: Rodolfo Garcia Montosa

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